quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012





Ela passava por todos os outros,bela e fria
Todos escondiam seus rostos,suas cicatrizes
Quando ela passava perfeita,onde tudo era tragédia
Mas,ela não sentia pena.Ela era orgulhosa
E gostava muito daquilo
Poucos tinha coragem de olhar pra ela
E os que olhavam faziam com ÓDIO.


Extraído dos 'meros Devaneios de Daniel Henrique'.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Chuvinha no cerébro


 
 Eu nem conhecia ainda,nem espera conhecer você.Você é o mito,a lenda.
Me assustei,há varias supertições.Dizem que é fininha,mas pode ser grossa.
Que machuca,mas também refresca.Que suja e depois lava,Que tempera e desunera.

Que saudade,que saudade...passei a vida te esperando pra sentir saudade.
Que descontentamento meu sentir saudade de ti que raramente aparece como é
Que raramente me vê como realmente eu sou,não sou ideologia! Sou chama viva

E fica nesse impasse existencial de querer bem e querer mal pra quê?
Uma baleia não é menos importante que uma criança,respeita isso?
Já ando tão nostalgica,machucada.São dias feios,dias gastos...

E não temos nada a oferecer,nada que o universo já não tenha: pela luta,pelo dialogo e pelo espirito.
Uma nova vertente há de nascer em ti
E quantas vezes em mim há de morrer.

"Ai, que saudades que eu tenho dos meus doze anos; Que saudade ingrata" (Chico Buarque)